Artistas&Espectáculos
Artistas&Espectáculos
artistas e espectáculos
Artistas

Mafalda Arnauth

É um dos nomes incontornáveis do "Novo Fado". O seu primeiro álbum, "Mafalda Arnauth" (1999), foi aclamado pela crítica e distinguido com o Prémio Revelação pelo jornal Blitz. Este sucesso repete-se nos seus trabalhos seguintes onde Mafalda ganha relevo como autora e compositora e aumenta a sua projeção internacional. Em "Fadas" (2010) presta homenagem às fadistas que mais a influenciam e redescobre o prazer de cantar temas populares e tradicionais. Prepara novo disco, com lançamento previsto para o final de 2013, que promete surpreender...

Agente_
Sara Serras Simões
Tlm + 961 369 299 • sarasimoes@produtoresassociados.com

MAFALDA ARNAUTH
Kenton Thatcher

_CONTACTOS

Produtores Associados

Tel + 351 218 444 720 • Fax + 351 218 444 729
Rua Jorge Castilho, Lote 1613 C 1º andar • 1900-272 Lisboa Portugal
geral@produtoresassociados.comwww.produtoresassociados.comwww.facebook.com/PRODUTORESASSOCIADOSwww.youtube.com/produtoresassociadostwitter.com/produtoresassoc

_NOTÍCIAS

 
MAFALDA ARNAUTH NO TEATRO ND - BUENOS AIRES - ARGENTINA.

MAFALDA ARNAUTH apresenta-se a 09 de Maio  no Teatro ND em Buenos Aires, Argentina.

Acompanhando-a estará um grupo de músicos argentinos dirigido pelo Guitarrista e cúmplice musical Ramon Maschio, composto pelo pianista Pablo Bronzini, a contrabaixista Carolina Cajal e o Guitarrista Jerónimo Peña.

 A noite que contará com várias surpresas musicais vai ser memorável!

Apenas com repetição garantida no dia 12 na Sala Zitarrosa em Montevideo no Urugai.
MAFALDA ARNAUTH NO TEATRO ND - BUENOS AIRES - ARGENTINA.
A&E|Produtores Associados

_VIDEOS

O Mar Fala de Ti 2008

_GALERIA

  • Mafalda Arnauth ao vivo
  • Bruxelas
  • Bruxelas
  • Porto
  • Porto

_BIO

Nasceu em Lisboa a 4 de Outubro de 1974. A sua paixão pela música fez-se sentir desde pequena, sem nunca ter, apesar disso, aspirado a ser artista. Não obstante, o mundo do espectáculo acaba por conquistá-la ainda na faculdade, no 5º ano de Veterinária. Por um mero acaso, Mafalda Arnauth descobre-se subitamente transportada para o mundo dos palcos, dos ensaios e das casas de fado, onde se deixa crescer artisticamente com as palmas, a apreciação do público e a auto-descoberta através do canto.

Com a frescura característica de uma voz jovem, até então completamente alheia ao mundo do fado, cativou primeiro pela espontaneidade e pelas memórias despertas com as suas reinterpretações de sucessos antigos.
Depois, fez crescer a chama até desabrochar em pleno fogo, emprestando ao fado a sua própria natureza, personalidade e composições originais, revelando-se de uma forma mais caracterizada e verdadeira.


No Princípio era o Fado...
A voz única de Mafalda Arnauth – e a sua forma também única de estar no fado - não poderia, por isso, deixar de cativar e seduzir, desde cedo, o universo discográfico. A oportunidade para o primeiro álbum surge com a editora EMI, casa da esmagadora maioria dos nomes mais fortes do género. “Mafalda Arnauth”, o disco de estreia, em 1999, surge já recheado de composições suas, graças ao estímulo do produtor, João Gil.

O trabalho transforma-se num sucesso de vendas e crítica quase instantâneo e
granjeia a Mafalda, aos 24 anos, o Prémio Revelação do Semanário "Blitz". No ano seguinte, é nomeada na categoria de melhor intérprete para os “ Globos de Ouro” da SIC – e a popularidade cresce tanto quanto a responsabilidade.

Apesar da sua enorme importância, o disco de estreia surge na carreira de Mafalda Arnauth como o corolário das dezenas de concertos até então realizados um pouco por todo o mundo. Não obstante, acaba por ser o impulso que faltava para que seu espectáculo ganhasse, definitivamente, contornos próprios.

Mafalda revela-se agora, como nunca, um “animal de palco”, procurando alargar ainda mais o seu repertório e poder, dessa forma, representar ainda melhor as tradições do seu Pais e da sua cultura, revistas com as suas próprias palavras e composições.

É também nesta fase da sua carreira que a timidez começa a dar lugar a uma faceta de entrega total. Mafalda Arnauth mostra querer e saber comunicar, multiplicando-se em acções mediáticas, palestras e... claro, concertos!

Um ano após o sucesso do seu álbum de estreia, regressando a Portugal depois de uma longa tournée pelos palcos do país e do estrangeiro, estreia-se finalmente em Lisboa, terra do fado. Estamos em Setembro de 2000 e a lotação da difícil sala do grande auditório do Centro Cultural de Belém está completamente esgotada.

Totalmente rendido, o público brinda Mafalda Arnauth com o aplauso incontido do prazer e “obriga-a” a realizar - se dúvidas houvesse – que tudo o que vier a seguir terá de ser mais e melhor. É assim a exigência, é assim a vontade, é assim a esperança.


O Despertar da Voz...
Diz a voz popular que “ o poeta não dorme e o criador também não”; e é bem verdade! Em Março de 2001, Mafalda Arnauth volta a dar cartas e edita o seu segundo trabalho discográfico, “Esta Voz Que Me Atravessa”.

Editado simultaneamente em Portugal e na Holanda pela EMI, o disco conta com a produção de Amélia Muge e José Martins, que dirigem Ricardo Rocha na guitarra portuguesa, José Elmiro Nunes na viola e Paulo Paz no contrabaixo.

“Esta Voz Que Me Atravessa” é um seguimento feliz, inspirado na poesia de Hélia Correia e na musicalidade genial de Fausto Bordalo Dias – e traduz um profundo crescimento artístico da cantora. Pouco tempo depois, Mafalda torna-se, aliás, na primeira artista portuguesa a ser representada internacionalmente pela Virgin Records.

Em Outubro de 2001, realiza o segundo concerto em Lisboa. Um ano depois do Centro Cultural de Belém, a artista fez sua a imponente sala da Culturgest, esgotada com semanas de antecedência. Novamente, este concerto marca o início de uma tournée por várias capitais da Europa.

É uma artista ainda mais rica e madura, aquela que regressa a Portugal, desta feita ao coração do Norte, na Cidade Invicta. Dá corpo ao tema “Fado, a Nova Geração”, no Festival “Um Porto de Fado”, uma iniciativa acolhida pelo Mosteiro de São Bento da Vitória. Passando largamente as expectativas mais optimistas, Mafalda Arnauth conquista também o Porto, de uma forma quase misteriosa, como o fado é, na realidade.


Salas Inesquecíveis
Desde o lançamento do CD “Encantamento”, Mafalda não parou de dar cartas,
realizando cerca de 60 concertos em Portugal e, lá fora, em Itália (Roma, Stresa, Spilimbergo), Holanda (Amesterdão), Bélgica, França (Paris, Lyon), Grécia, Macau,
Suécia, Turquia, Londres e Espanha.

Destes, a actuação que mais a marcou foi a do Concertgebow, em Amsterdão, na Holanda, pela importância e dimensão do concerto e pelo facto de se tratar de uma das salas mais prestigiadas da Europa. Foi ali que viveu um dos momentos mais emotivos e intensos da sua vida, graças à reacção entusiasta dos 2400 espectadores presentes.

Num registo diferente, Mafalda gosta de recordar, com grande carinho, a semana de concertos que fez na Grécia, num Club de Jazz de grande notoriedade no país e que lhe recordou, pelas suas condições particulares, a intimidade e proximidade das nossas casas de fado.

Já a sala mais impressionante de sempre, essa, é sem sobra de dúvida, para Mafalda, o Royal Albert Hall. Com condições sonoras magníficas e uma arquitectura excepcional, proporcionou-lhe também uma actuação memorável...


Encantamentos...
O ano de 2002 é vivido intensamente, com uma série de concertos quase “sem tréguas”, fruto natural da projecção crescente da cantora e da receptividade por parte do público ao género do fado. Um pouco por toda a parte, multiplicam-se os colóquios, as conferências, o surgimento de novos valores… e é por esta altura que um novo álbum de Mafalda Arnauth toma forma.

Assumindo a produção do seu terceiro disco, “Encantamento”, a artista abandona quase por completo a fatalidade, a desgraça e a sombra normalmente associadas ao fado. A tristeza serve-lhe de alimento para a esperança; os sofrimentos, de inspiração; as dificuldades, de força e alento.

2003 será, por isso mesmo, um inesquecível ano de graça. Mafalda Arnauth abraça a satisfação de quem alcançou uma paz de espírito, só possível quando se consegue o que se procura.

Em palco, com a força de uma maturidade feita de experiência, notam-se também mudanças. Mafalda Arnauth exterioriza as suas emoções de uma forma cada vez mais visível, desinibida e consciente.

Evolui na coragem, na garra, no amor à arte e na consciência da obrigação maior de um artista: ser absolutamente generoso com o seu público. O seu reportório torna-se ainda mais variado, com a composição a surgir, sempre, a um ritmo suficiente para acompanhar a necessidade de renovação perante o público.


A Viragem...
O ano de 2004 marca o início da viragem na carreira de Mafalda Arnauth. Mais que um acto de desencanto ou desagrado, a sua saída da editora EMI é consequência de um passo, consciente e necessário. Não obstante, o passado partilhado, o presente prolífero e o futuro que se previu, desde cedo, de colaboração e respeito, faz nascer em
Junho de 2005 o lançamento de “Talvez se Chame Saudade”, “o melhor de Mafalda Arnauth”.

O lançamento deste best of, no qual Mafalda Arnauth participou activamente, foi uma nova fonte de inspiração para a cantora, através das memórias que lhe despertou. A compilação mostrou-lhe, nomeadamente, o seu crescimento como artista, acabando por servir quase como um mapa que espelha cada passo que deu para evoluir; a partilha humana com todas as pessoas que consigo construíram cada tema e cada sensação; a sua luta para ultrapassar inseguranças e incertezas; a sua opção clara e irrefutável pela musica, pela sua verdadeira vocação.

“Talvez Se Chame Saudade”, o best of, é também um momento eternamente cristalizado no tempo, em tributo ao Fado que inegavelmente faz parte da cantora, mesmo nos temas em que as fronteiras com a tradição e as experiências não estão bem definidas - pois é desses que nasce a maior reflexão, a maior dificuldade e a sensação de se lidar com algo preciosamente misterioso.


Tempos de Audácia...
Para Outubro de 2005, Mafalda Arnauth preparou, o seu novo álbum de originais: um disco que abrangia todas as inspirações da sua vida, composto pelas influências dos relacionamentos (de amizade, amorosos, felizes, tristes, separações, desilusões); o encontro com pessoas que de alguma forma a marcaram; as referências artísticas (Amália, Bethânia, Aznavour, Piazzola…); o seu percurso pessoal; as parcerias; e a sua filosofia de vida, atitude e visão, opções, duvidas e inquietações…

O novo disco era, assim, a síntese entre a vida de então de Mafalda Arnauth e todas as experiências que a tornaram na pessoa que se revelou quase por completo no Diário. Foi criativamente dual e certamente único, pela diversidade de temas que o construíram. Com uma vertente muito tradicional; mas também um conteúdo bastante actual, apostado em desmistificar a ideia do fado negro, pesado.

E foi essa a sua “audácia” - dizer, de viva voz: “já lá vai o fado escuro; já lá vai o medo em muro”. Fado esse que Mafalda Arnauth fez questão de levar mais além, além--gentes, além-terras, além de si mesma. Os primeiros passos deste Diário foram dados em Agosto de 2005, na imponente sala do Concertgebow, em Amsterdam, num concerto para 2400 pessoas. Em Novembro de 2005, Diário-o concerto estreia no CCB e inaugura um longo caminho de revelações, de partilha em palco, de total entrega à ideia vigente no disco e na vida da fadista. A música e as histórias reais nela encerradas revelam-se por inteiro em palco, indo ao encontro da ideia de intimidade com o publico, publico esse que a artista procurou representar das mais imensas formas, no seu canto e na sua expressão, traduzindo, se possível, a vida de cada um em momentos de absoluta emoção.

Com este album e concerto determinantes, firma-se também um dos grupos musicais de maior referência na carreira da artista, fazendo-se acompanhar de Paulo Parreira na guitarra portuguesa, Luís Pontes em definitivo na guitarra clássica, Ricardo Cruz no Baixo acústico e um convidado particularmente especial que viria a integrar de forma incontornável a formação base de Mafalda Arnauth, Ramón Maschio, músico e compositor argentino.

Ainda no ano de 2005 pisam os palcos de Ceuti, Sevilha, Itália e Açores.

A tournée na Benelux no inicio de 2006, acompanhada da edição do novo album no referido território, dá o mote para o que viria a ser marcante no ano recém-iniciado. Em poucos meses, Mafalda Arnauth apresentou-se na Costa Rica, Angola, diversos lugares em Espanha, Tenerife, participou no Uruguai no concerto integrado na Cimeira Ibero Sul-Americana, a par com diversas apresentações em território nacional, onde se destacam em particular Porto e Beja. É ainda neste ano que a Magic Music assume o agenciamento e management da artista, dando-se incio, em definitivo, a uma nova fase.

No ano de 2007, o album Diário é editado em Espanha e França e fazendo-se seguir de tournées nos mesmos territórios, salientado-se em particular o concerto de lançamento oficial do disco em Paris, na Cité de lá Musique, uma das salas de maior referência da Europa.

Também em 2007 a artista é convidada a participar num espectáculo especial em homenagem a Piazzola, cantando em estreia absoluta alguns dos maiores temas do tango argentino. Sob a direcção de Daniel Schvetz, acompanhada por Ramón Maschio na guitarra clássica, Damien no contabaixo e Ariel no bandoneon, “Adios Nonino”, “Balada para un loco” e “Naranjo en flor” foram alguns dos temas revelados em exclusivo numa noite de particular emoção.


Fado em Flor...
É neste período que tem inicio a criação do concerto “Flor de Fado”, que acaba por se estender a uma ideia muito mais alargada do que viria a ser o futuro próximo de Mafalda Arnauth. A sensibilidade inerente ao próprio titulo denuncia uma intenção clara de se impregnar a realidade da artista do carisma próprio das flores: únicas, particulares, sensíveis, simbolo de beleza. A procura de melodias cativantes e fortes, de uma expressão cada vez mais emotiva, real e transparente, de uma definição cada vez mais clara da musicalidade fadista e não só da artista, são alguns dos pontos
incontornáveis nesta preparação.

Apresentando-se pela primeira vez no México, a estreia de “Flor de Fado” foi tudo isso e muito mais. Revelando-se um concerto intenso, mostrou também ser um concerto que tenderá a crescer e amadurecer com o tempo, com a estrada, com a vivência em palco e no dia-a-dia, que mais uma vez são a expressão marcante desta artista: inspirar-se na vida, na troca entre as pessoas, nos momentos. Como todo o cenário que se vai revelando ao longo do concerto e do qual os concertos do Trindade foram fiéis testemunhas, cada canção é uma flor a descobrir raízes, a abrir ao seu tempo e a revelar a sua particularidade conforme a influência do que a rodeia.

E deste facto nasce a vontade de transportar o sentimento de “Flor de Fado” para um disco... Acima de tudo, melodias, emoções, declarações, quer de intenções, quer da natureza cada vez mais particular desta artista que se sente cada vez mais fadista na Alma mas acima de tudo musical na voz, no palco e no percurso. Não o obvio “disco ao vivo” que seria de esperar dada a ligação ao concerto, mas acima de tudo, um “disco Vivo”, continuação e complemento do concerto, procurando intencionalmente convidar o publico a conhecer diversas faces de uma mesma ideia, de uma mesma intenção. E o calor humano, que tendo nascido da realidade do Diário, instala-se em absoluto nesta Flor de Fado...


O Futuro é já Amanhã...
“Flor de Fado” disco é gravado no primeiro trimestre de 2008, e a vontade clara de privilegiar a sonoridade da guitarra clássica neste disco realça em especial as colaborações de Luís Pontes, com temas da sua autoria, arranjos para os mesmos e outros e um envolvimento claro na edição e mistura final do mesmo album e Ramón Maschio, igualmente compositor e arranjador dedicado de grande parte dos temas do disco. A este núcleo responsável pelo germinar deste projecto junta-se Fernando Judice, no baixo acústico, acrescentando não só a sua vasta experiência enquanto musico e produtor de tantos outros projectos, bem como uma visão crucial de quem arrisca, no fado e neste projecto particular, novos horizontes com a generosidade tanto de descobrir como de acrescentar. O estúdio “Pé de vento” e o seu guardião, o técnico Fernando Nunes, tornam-se determinantes para o bom sucesso deste disco, que consegue ser construído sobre um clima imenso de satisfação, amizade e entrega e grande profissionalismo.

Convidados a integrar este grupo de eleição foram, na guitarra portuguesa o jovem Ângelo Freire e no violoncelo, Davide Zaccaria. Também numa parceria única, surge um tema de Olivia Byington com poesia de Tiago Torres da Silva, interpretado pelas duas cantoras num perfeito espirito de tertúlia. “Entre a voz e o oceano” vem revelar de forma propositadamente simples, o prazer que pode haver na junção de um bom poema, um violão e pouco mais além de “boa onda” e vontade de fazer música.

A juntar-se às criações da fadista que volta a reescrever-se em vários dos temas do album, destaque especial para Tiago Torres da Silva, poeta e principalmente letrista, com uma visão cada vez mais inspirada e profunda da alma portuguesa e com uma inegável capacidade de criar palavras que querem ser cantadas. Também de salientar a estreia de Mafalda Arnauth na interpretação de um tema de Ernesto Leite, na poesia de Tiago Torres da Silva, sendo “Talvez ali...” uma das pérolas de emoção e arrepio deste disco. Espaço ainda para versões de “Tinta verde” de Vitorino, “Flor de Verde Pinho” de Manuel Alegre e José Niza e “Povo que lavas no rio”, de PedroHomem de Mello na música do fado Vitória.

Acima de tudo, “Flor de Fado”, disco com edição prevista para 2008,tem por tema, segundo citações da própria artista, inspiradas em Eugéniode Andrade: o Amor! “É urgente o Amor!” como tão bem diz o grandepoeta.


Enquanto Tudo Acontece...
A par com o processo de criação do album, Mafalda Arnauth dá também
continuidade a diversos outros projectos para os quais tem sido solicitada.
Interprete do genérico do remaque da primeira novela portuguesa, “Vila Faia”, tem ainda um tema do novo album integrado na banda sonora da mesma, “Amor abre a janela”, de Tiago Torres da Silva e Luís Pontes.

Foi também convidada a participar num projecto do musico basco Kepa Junquera, interpretando temas da canção tradicional basca na sua versão original.

A agenda de concertos prossegue igualmente intensa e com marcos importantes
a referir, tais como Bozar, na Bélgica, o regresso ao Concertgebow, na Holanda seguido de outro concerto em Haia, três concertos em Itália no seguimento do lançamento do album Diário neste território, sendo de destacar o ultimo concerto em Roma, numa das mais prestigiantes salas do país, e finalmente a viagem a São Paulo para estreia absoluta numa das salas mais emblemáticas deste país, o Bar Baretto, onde têm actuado alguns dos maiores nomes da música popular brasileira.

Brevemente e integrado na festa do Fado a decorrer em Junho, em Lisboa, Mafalda Arnauth prepara ainda um concerto a estrear para o efeito que tem por titulo “Clássicos, Standards e Raros”, onde a artista visitará alguns dos temas de maior referência do Fado, dos tradicionais havendo ainda lugar para a apresentação de alguns inéditos cuja principal característica será a influência do Fado em compositores de outras áreas e a sua visão deste universo que tem tanto de particular quanto de fascinante para o Mundo.

2008, tendo já começado da melhor forma, prevê-se claramente um ano de muitos e importantes acontecimentos no percurso desta artista que continua a reconhecer esta sua Vida, tão particular, como uma Benção reservada a poucos, residindo nesse facto o melhor dos motivos, se motivos
faltassem, para continuar...












_DISCOGRAFIA

  • Flor de Mar
  • Bairro Alto Hotel
  • Casa Portuguesa
  • Mafalda Arnauth - Grandes Êxitos
  • Flor de Fado
  • Diário
  • Encantamento
  • Esta Voz que me Atravessa
  • Mafalda Arnauth
2009 - Flor de Mar Farol
Banda Sonora Original da telenovela Flor do Mar.

2008 - Bairro Alto Hotel Universal
Edição exclusiva e limitada

2008 - Casa Portuguesa Casa da Música

2008 - Mafalda Arnauth - Grandes Êxitos EMI
Compilação do catálogo EMI gold

2008 - Flor de Fado Universal Music

2005 - Diário Universal Music

2003 - Encantamento EMI

2001 - Esta Voz que me Atravessa EMI Valentim de Carvalho

1999 - Mafalda Arnauth EMI Valentim de Carvalho

 
spa
RTP Africa | 2013
Teatro Almada | 2013
Casa da Música | 2013
Hard Rock | 2013
R Comercial | 2013
MC - Radios | 2013
MC - Festivais | 2013
Centro Cultural Moçambique | 2013
Casino da Povoa | 2013
Kriolo Festival Cabo Verde | 2013
Museu do Fado | 2013
EGEAC | 2013
RTP Inter | 2013
RFM | 2013
LAC | 2013
Museu Do Oriente | 2013
CCB | 2013
Atlantic Expo Cabo Verde | 2013