Artistas&Espectáculos
Artistas&Espectáculos
artistas e espectáculos

Noidz

NOIDZ - Biografia

Foi possivelmente um dos primeiros projectos nascidos em Portugal que desde o início se pretendeu espraiar por diversas plataformas. A música, no entanto, era o que estava no centro pelo que, logo após os primeiros ensaios, a prioridade foi criar um enredo interessante que inspirasse as letras e uma marca passível de viajar pelas actuais e futuras tendências de entretenimento do público jovem. E já que a “cama” instrumental surgida nos ensaios apontava claramente para uma toada electrónica, o enredo tinha de ser coerentemente futurista. Por outro lado, os aromas “rock” que aqui e ali penetravam as camadas de electrónica, puxavam às tonalidades épicas.

Uma fantasia épica de ficção científica, com passado, presente e futuro começa a ser concebida em finais de 2006. Os músicos recebem personalidades, atributos e super-poderes próprios, em coerência com o seu papel criativo na sala de ensaios. É assim que o universo Noidz começa a ser definido. Quem, o quê, quando, porquê, de onde e para onde.

Origem

Numa galáxia distante, a 20.000 anos-luz de distância, um planeta desconhecido chegou a um fim abrupto após milhões de anos de evolução. Cinco criaturas alienígenas que sobreviveram miraculosamente à extinção, estão hoje na Terra. Vivem entre nós.
Chamam-se a si próprios Noidz!
Como chegaram?
Onde habitam?
O que querem de nós?
Ninguém parece saber mas também… ninguém parece estar sequer interessado.
A sua vontade própria permanece desconhecida mas se os interessados forem suficientemente astutos e seguirem as pistas deixadas em vários meios, virtuais e reais, verá que eles adoram a criatividade humana e querem devolver algo aos habitantes do planeta terra.
Querem criar a geração seguinte.
Querem escolher-vos como humanoidz.

O cenário está definido. Conheça agora os os personagens.


Zork
É o General e comandante do exército. Simboliza a liderança, é forte e poderoso. Mestre das ilusões mentais, pode controlar a mente humana.
A sua personalidade divide-se: Timoneiro Nocturno ou ditador?
Zork é mestre em todos os instrumentos musicais

Monkka
É o escravo de Zork, o seu braço-direito. É um projecto inacabado programado por Zee, Metade besta, metade máquina é o mais forte dos Noidz. Traumatizado, vive com o seu eterno dilema: ser simultaneamente predador natural e sobrevivente racional. Teme Zork e permanece eternamente obediente a Dr Zee. Um caçador solitário.
Monkka é o enjaulado baterista selvagem.

Dr Zee
Possui conhecimentos científicos, é o génio intelectual. Físico e engenheiro electrotécnico, assume a posição de mentor tecnológico. É o inspector de dados, mestre digital, conector do mundo e o cérebro por trás das ideias de Zork.
Dr. Zee é o DJ hipnótico.

Zdion
É o visionário, pode ver o futuro. Como soldado honrado, hábil piloto espacial e mestre de armas letais, adora lutar. Está a recuperar de amnésia e sente-se abandonado. Só sabe que a sua ira continua a crescer. Quer vingança.
Zdion é o “guitar shredder”.

Lunattika
É tida como a irmã gémea de Zdion. Parece-se com uma humana mas é uma criatura hermafrodita. Apesar da sua orbita solitária, quer ser uma Deusa. O seu grande poder é a capacidade de se teleportar mas também consegue viajar deslizando na electricidade. Tem capacidades de hipnose e telepatia. É mais rápida do que os companheiros e é a única Noidz que pode voar.
Lunattika gosta de soltar sex-appeal em palco.

Enquanto o trabalho de estúdio prossegue em busca da exacta fórmula de fusão de electrónica e rock, vários o logótipos Noidz são desenhados. E o que merece unanimidade é um símbolo que flutua entre a ficção científica e o traço Art Spiegelman para Maus.
Como parte de um engenhoso plano de divulgação, as primeiras pistas começam a ser lançadas numa plataforma multimédia nascida pouco tempo antes: o youtube.

http://youtu.be/URti8HgWZ0w

Ao longo do primeiro semestre de 2007 a imagem de cada um dos personagens é desenhada e redesenhada dezenas de vezes até chegar ao ponto em que a ligação ao enredo imaginado é natural e orgânica. Por outro lado, o trabalho contínuo na sala de ensaios já ultrapassava a mera fusão de electrónica e rock industrial, incorporando também peças do folclore tradicional português.


Cientes de que a sua sonoridade pioneira dificilmente penetraria na rádio portuguesa, os Noidz apostam nas plataformas alternativas para chegarem ao público. O site www.noidz.net é aberto no Verão de 2007 e revela publicamente o universo do grupo, localizado entre os videojogos e a ficção científica, num “look & feel” altamente tecnológico em que as versões instrumentais registadas na sala de ensaios enquadram na perfeição uma história de aventuras espaciais de alienígenas exilados no nosso planeta.
Além do anterior “teaser” lançado no youtube, mais 5 mini-filmes são estreados no site, enquadrando os primeiros encontros dos AlieNOIDZ com os humanos.

“Fear in the Woods” - http://youtu.be/WvpzNBudwUM
“The Unexpected Guest” - http://www.youtube.com/watch?v=que-1BfR3Vs
“Nightmare” - http://www.youtube.com/watch?v=AILm6naqzXo
“Monkka Attack” - http://www.youtube.com/watch?v=Reoq_4MNiz4
“Trance Girl” - http://www.youtube.com/watch?v=T7ToqKI_FpU

Com o ultimo mini-filme os Noidz penetram de rompante do circuito semi-underground do “trance” e o clip origina os mais inusitados comentários que, ao fim de mais de 20.000 “views”, obrigam a banda a contratar um “social network manager” para gerir as verdadeiras batalhas verbais surgidas entre os viajantes do youtube.

“Waterworld” é a primeira gravação dos Noidz a sair do estúdio. Sob a forma de CD single exclusivamente promocional, tem 1.000 cópias distribuídas nos circuitos mundiais do “trance” e do “metal”, predominantemente vivo na blogosfera, o novo universo dos antigos fanzines. E as reacções não se fazem esperar:

“What a crazy yet really cool mixture... Really excellent and unique stuff. I can’t wait to hear the full length record.” - Scott Heller, Aural Innovations
(Ver mais no anexo 1)

Mas não é só no circuito “trance” - dono de uma linguagem muito própria e quase espiritual - que “Waterworld” causa impacto positivo. Na blogosfera metálica os Noidz são recebidos com igual mas surpreendente aclamação, cunhando o termo classificativo “Trance Metal”.
”They mix dance music with industrial, and some occasional metal/rock riffs...If you like to party hard, even without metal music, this should be definitely on your check out list. Bounce!” - DemonDust, Metal Rage
(Ver mais no anexo 2)

Em 2008 uma versão mais longa do trabalho dos Noidz – o CD “The Great Escape” - é distribuída no mercado de forma discreta e quase sorrateira, sendo novamente dada prioridade à chegada ao circuito mundial de promoção. Por cá a experiência destina-se a “apalpar” terreno junto dos lojistas: em que categoria os colocariam? “Dance”? “Metal”? “Alternative”? “Nacional”? A questão ainda hoje está por responder já que, no turbilhão financeiro que assolou o Grupo Impresa e a editora iPlay durante 2008, quebram-se os contactos entre o grupo e a discográfica.

Mas os Noidz prosseguem sozinhos encarregando-se de fazer chegar o CD às mais diferentes paragens e dirigindo os curiosos para o myspace, onde “The Great Escape” está disponível integralmente em “streaming”. E se o single “Waterworld” e o mini-filme “Trance Girl” os inseriam algures entre o “trance” e o “metal” bebendo aqui e ali no “industrial rock” dos Tool e Nine Inch Nails ou no “tecno jungle” dos The Prodigy, “The Great Escape” levava o grupo mais longe com a primeira incorporação de influências lusas no tema “Root Sounds From Earth”. Uma orgânica gaita-de-foles reproduzindo o tema tradicional transmontano “Passeado De Rio D’Onor” rasga as fronteiras musicais e geográficas da sua música. De facto, só em Portugal é que poderia surgir um tema como “Root Sounds From Earth” e é nessa “portugalidade” passada a música que os Noidz investem para o primeiro “music video” que reune as 5 curtas-metragens anteriormente reveladas online.

O ano de 2009 é dedicado à estreia ao vivo de todo o conceito de som e imagem, pondo em palco um super-espectáculo que inclui uma jaula onde a besta máquina Monkka toca bateria, um trono giratório para o General Zork e uma dezena de ecrãs de vídeo que recria o universo multimédia dos Noidz. Estranhado desde o início pelos agentes do circuito continental de concertos, o espectáculo é agarrado corajosamente pelas Associações de Estudantes e pelas ilhas adjacentes: são 4 Queimas das Fitas e 2 Semanas da Juventude que assistem ao super concerto multimédia dos Noidz, o mesmo que precisa de 1 mês de viagem marítima para levar 2 contentores de material aos Açores, que, no entanto, é visitado 3 vezes nesse ano.

A primeira reacção é de estupefacção mas a batida forte da secção rítmica e a parafernália sonora criada pelas guitarras e sintetizadores rapidamente contagiam plateias de admiradores e provocam uma explosão de filmagens caseiras e comentários no youtube, myspace e outras redes sociais.

“A energia que eles transmitem do palco é brutal” - tsukyMiharu (*)
(Ver mais no anexo 3)

Sem editora nem meios para chegar à comunicação social mainstream os Noidz valem-se das modernas plataformas de comunicação e da recomendação entre pares para fazerem chegar a sua música mais longe. E a internet prova-se realmente global quando a meio do ano começam a chegar pedidos de informação para actuações no estrangeiro. E em Novembro a banda parte para concertos no Japão (2 concertos em Tóquio), Estados Unidos (Festival Coachella, São Francisco e Nova Iorque) e Canadá (Vancouver).

E é novamente na internet que o feedback surge:

“Trance with an agressive metal edge works really well. Best of luck” James from Canada

“Your music is fukin class! Keep that up! Love metal but the mix between it and the trancey thing really works. Great stuff guys!!” Meridian from Ireland

“Planet earth needs more music like this” Kira from Japan
(Ver mais no anexo 4)


A digressão mundial continua em Abril e Maio de 2010 com 12 concertos no Brasil que incluem Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. No regresso, na análise das experiências recentes, os Noidz concluem que não só a incorporação da tradição musical lusitana enriquece o seu universo e é coerente com o conceito de extra-terrestres exilados no Planeta Terra mas-que-aterraram-em-Portugal-e-não-na-América, como também que a reacção a temas cantados é duas vezes superior aos instrumentais “Trance Metal” que desenvolveram em mais de 3 anos. Bastou-lhes ver como os concertos aquecem quando “The Beautiful People” dos Marilyn Manson ou “Breathe” dos Prodigy entram no alinhamento para decidirem que o próximo passo era criar linhas vocais e letras.

E é aqui que começa a viragem que traz os Noidz aos dias de hoje. Alguns dos instrumentais já revelados são agora experimentados com letras e o resultado excede as suas expectativas. Mas para manter a capacidade de surpreender era preciso ir mais longe e levar a fusão de “trance”, “rock” e música tradicional a um outro patamar. Ousadamente, pegam num dos temas mais marcantes de sempre do cancioneiro português e vestem-no com as roupagens Noidz. Mandam o resultado aos seus autores e é com alegria que recebem uma resposta positiva por e-mail.
Caros Membros dos " NOIDZ",

Gostei muito de ouvir a nova versão de "O Pastor" pelos NOIDZ, do arranjo das guitarras, da complexidade das percussões, da abertura com a gaita de foles, da construção do impacto instrumental e da naturalidade e energia melódica do canto...

Gostei ainda mais que aquele refrão,"... Ao Largo Ainda Arde, a Barca da Fantasia..." voltasse a ser cantado por uma banda portuguesa, já que " O Pastor " é um hino ao sentimento de esperança que mora em nós, quando cultivamos na nossa vida desperta a fantasia dos nossos sonhos e o fazemos tão a sério, que transformamos o que parecia impossível em diária acção, praticando permanentemente a coragem de nos procurarmos, o que constitui, em si mesmo, uma forma de libertação.

Agradeço-vos muito o facto de terem sabido reconhecer a poesia e a força desta canção e conseguido produzir uma nova versão tão orgulhosamente ancorada no arranjo original dos Madredeus. É uma mensagem que passa...

Desejo-vos as maiores alegrias pelo longo caminho dos vossos concertos.

Um grande abraço,

Pedro Ayres Magalhães


Encorajados, concluem que não têm nada a perder em perseguir mais um sonho: colaborar com um dos mais geniais instrumentistas portugueses vivos. E surpreendentemente, recebem nova resposta positiva.

Os Noidz entraram em minha casa em formato MP3!
«Ó Júlio, gostaríamos que participasses numa música nossa»!
Pus o player a tocar e o chão tremeu. O subwoofer curtiu e a vizinha queixou-se.
Boa onda, boa produção, boa energia!
Nem hesitei! Já estava a gravar!
Júlio Pereira


Assim, o álbum que os Noidz estão a preparar será mais uma etapa de um percurso que se quis e quer coerente e que por isso mesmo tem sido feito lenta e reflectidamente. Só verá a luz do dia em 2011 se acharem que a obra está no nível de excelência a que já habituaram o seu público e que o mercado está finalmente maduro para o digerir. Porque se a aceitação de algo invulgar sempre foi difícil, no campo da música as barreiras parecem multiplicar-se.

Para já, aqui fica o single de apresentação que Pedro Ayres louvou e que, pela reacção já colhida em diversos concertos ao vivo, acreditamos que poderá ser um dos grandes sucessos radiofónicos de 2011.
NOIDZ

_VIDEOS

Noidz - Teaser DVD 31ª Concentração Motard de Faro

_GALERIA

  • Noidz -Banda Desenhada
  • Aula Magna - 25 fev 2011
  • Aula Magna - 25 fev 2011
  • Aula Magna - 25 fev 2011
  • Aula Magna - 25 fev 2011
  • Aula Magna - 25 fev 2011

_DISCOGRAFIA

  • Single - Tracemetal Age Tour
  • The Great Escape
2011 - Single - Tracemetal Age Tour

Depois de 4 anos de trabalho em estúdio e na estrada – incluindo dezenas de eventos universitários e festivais em Portugal, concertos nos Estados Unidos, Japão e Brasil – os Noidz iniciam 2011 com a distribuição de um CD single que inclui 3 temas.

O quinteto do outro mundo - Zork, Monkka, Dr Zee, Zdion e Lunattika - lança este ano o seu primeiro tema cantado, tendo convidado a vocalista Andreia João Lopes a assumir o alter-ego Biotikka para dar voz a esse tema que é uma versão muito própria de um clássico da música portuguesa, autorizada e elogiada pelo seu autor

2008 - The Great Escape Som Livre
Noidz

 
spa
Hard Rock | 2013
MC - Radios | 2013
RTP Inter | 2013
Museu Do Oriente | 2013
LAC | 2013
RTP Africa | 2013
Atlantic Expo Cabo Verde | 2013
Casa da Música | 2013
CCB | 2013
Teatro Almada | 2013
Museu do Fado | 2013
RFM | 2013
R Comercial | 2013
Casino da Povoa | 2013
EGEAC | 2013
Kriolo Festival Cabo Verde | 2013
MC - Festivais | 2013
Centro Cultural Moçambique | 2013