
Este museu é um local privilegiado para o estudo das relações históricas, culturais e artísticas, entre Portugal e os países do Oriente. A atividade museológica é complementada por outras atividades culturais ligadas aos setores da investigação, formação e das artes performativas que conferem ao Museu do Oriente o estatuto de centro cultural multidisciplinar.
A criação deste museu traduz a vontade da Fundação Oriente de dispor de um espaço museológico moderno e dinâmico, vocacionado não só para a conservação dos testemunhos materiais da presença portuguesa no Oriente, mas também para divulgar, em Portugal, a criação cultural e artística dos países asiáticos e para apoiar a investigação nos domínios da história, da história da arte, da antropologia, das ciências sociais e da sociologia.
O reforço e a dinamização das relações históricas, culturais e artísticas entre Portugal e os países asiáticos, o estímulo ao conhecimento e à investigação no domínio das artes e das culturas asiáticas, o contributo para a valorização da vivência multicultural, a diversificação da oferta cultural, a contribuição para a formação de novos públicos e a criação de um polo cultural que valorize Lisboa e o país, são os principais objetivos do Museu do Oriente.
Este espaço de partilha de conhecimentos tem uma programação diversificada, com uma estratégia de rotatividade na apresentação das peças da sua coleção permanente e dinamismo na apresentação de exposições temporárias.
A música, a dança, o teatro e o cinema são algumas das expressões artísticas que passam pelo Auditório do Museu do Oriente. Paralelamente, e a par de visitas guiadas, gerais e temáticas, decorrem regularmente cursos, congressos, seminários, conferências, workshops, ateliês plásticos, entre outros.
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21 MOMENTOS EM TIMOR-LESTE
Uma mostra de 21 fotografias, a maioria das quais retratos, da autoria de Luís Ramos Pinto.Estas fotografias foram tiradas entre 2006 e 2008, pelo país fora, em diversas localidades e comunidades. O autor procurou ir ao encontro de momentos de rotina no quotidiano dos habitantes de Timor-Leste, o que o levou a descobrir uma característica dominante neste povo: apesar de anos de dificuldades e opressão a maioria dos timorenses consegue preencher os seus dias e as suas actividades com um enorme sentido de orgulho e positivismo. Estas características são raramente realçadas nos meios de comunicação e, segundo Luís Ramos Pinto, encontram-se bem patentes nas fotos que apresentamos. Luís Ramos Pinto é historiador de arte, académico no campo da administração das artes e fotógrafo. Tem um mestrado em História de Arte da Universidade de Manchester e outro em Gestão das Artes do Sotheby's Institute, em Nova Iorque. Em 2009 levou ao Parlamento Europeu, em Bruxelas, uma exposição fotográfica intitulada The Faces of Timor-Leste, cujas fotografias integram agora esta exposição. Lounge, 11 Maio a 30 Setembro |
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